A nova variante do Coronavírus

Por Ana Ritter

     Durante a Idade Média, a peste negra foi uma doença extremamente contagiosa e letal que se espalhou pelos territórios europeu e asiático, vitimando cerca de um terço da população dessas regiões. Na época, pouco se sabia sobre o processo de transmissão e cuidados com enfermidades, de modo que os contaminados ficavam entregues à própria sorte. Contemporaneamente, o mundo enfrenta uma nova pandemia que, embora possua taxa de mortalidade bem menor, tem níveis de infecção extremamente elevados: a COVID-19, causada pelo novo coronavírus. Essa moléstia foi detectada pela primeira vez na China, espalhou-se pelo mundo e assola, atualmente, o Brasil, onde a irresponsabilidade da população e a negligência do governo ameaçam a saúde coletiva.

     Em primeira análise, no momento atual, mundialmente, conta-se com três variantes do coronavírus segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são elas: B.1.1.7 (britânica), 501Y.V2 (sul-africana) e P.1. (brasileira). Dentro dessa perspectiva, neste artigo abordaremos, mais precisamente, sobre a P.1. que foi primeiramente encontrada em Manaus, na Amazônia. Nesse contexto, no Brasil, o primeiro caso de coronavírus foi detectado no dia 26 de fevereiro de 2020, porém em 2021 apresentou-se uma variante.

     Essa variante, por enquanto, não há comprovação de que o vírus esteja mais forte ou cause uma versão mais grave da Covid-19. Os cientistas apontam apenas que as trocas genéticas afetaram a maneira como o vírus se fixa nas células humanas, ou seja, pode-se manter mais tempo no nosso corpo. Acredita-se que as novas variantes parecem ser mais contagiosas. Nesse contexto, é válido reforçar que mesmo com a mutação do vírus, as medidas para evitar o contágio da Covid-19 adotadas no mundo todo desde o começo da pandemia continuam válidas e necessárias. 

     Com a variante do vírus da Covid-19 descoberta no Brasil gerou-se mais consequências econômicas, políticas, pois têm feito vários países banir os viajantes brasileiros. Com casos de portadores da nova cepa no exterior, a lista de fronteiras que se fecham não para de crescer.

     Portanto, medidas urgentes devem ser tomadas para que tanto a população, quanto o poder público assumam suas responsabilidades diante da crise sanitária que o Brasil enfrenta. Para isso, a mídia , principal difusor de informações no país , deve cumprir seu papel educativo e orientar as pessoas com relação à prevenção da doença, especialmente com relação a evitar aglomerações , por meio de entrevistas com profissionais da saúde e reportagens a fim de minimizar a expansão da pandemia . Ademais, todas as esferas governamentais devem cumprir seu papel institucional, tomando medidas de contenção de eventos e ampliando o atendimento em saúde, pois o número de casos já exige aumento dos leitos disponíveis, com o objetivo de proteger a população. Somente assim será possível não repetir o grande desastre que foi a peste negra e conter o novo vírus que assola a nação. 

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